Empresas são alvo de hackers sem saberem!

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Empresas são alvo de hackers sem saberem!

Essa é uma questão que pode parecer simples e não muito necessária para o dia a dia da sua empresa. Mas, sim, boa parte das informações corporativas é de fácil acesso pelos hackers, por mais que não pareça. Por isso, utilizar assinatura digital, via certificado digital, inclusive nos e-mails e demais processos internos da empresa é fundamental.

Prova disso é que uma recente edição do Relatório de Ameaças Avançadas para América Latina, realizado pela empresa global de segurança de TI FireEye, revelou que o Brasil continua sendo o país mais atacado da América Latina, à frente do Chile, México, Peru e Argentina. Segundo a análise da empresa, cerca de 96% das organizações estão sendo atacadas sem saberem por cibercriminosos.

Confira a Notícia:

Brasil é o país com mais registro de ciberataques na América Latina, diz estudo

A mais recente edição do Relatório de Ameaças Avançadas para América Latina, feito pela empresa global de segurança de TI FireEye, revela que o Brasil continua sendo o país mais atacado da América Latina, ficando à frente do Chile, México, Peru e Argentina.

O estudo tem o intuito de registrar uma visão geral dos ataques avançados detectados na web nos países citados acima. A FireEye também descobriu que houve um aumento significativo de ataques na região. De acordo com a empresa, cerca de 96% das organizações estão sendo atacadas sem saberem, pois os cibercriminosos utilizam técnicas avançadas que nenhum produto atual de segurança é capaz de barrar.

“O crime cibernético continua a representar uma ameaça para indivíduos e organizações na América Latina ao passo que a população se torna cada vez mais conectada à Internet, e os sistemas bancários e de pagamento online são mais difundidos”, diz Robert Freeman, diretor sênior da FireEye para a América Latina.

Os países mais comprometidos e que sofreram um maior número de ataques bem-sucedidos são Brasil, Peru, México, Chile e Argentina. Porém, mesmo com o Peru na segunda colocação, foi o Chile quem recebeu o maior número de ataques, sejam eles bem-sucedidos ou não.

Freeman ressalta que os ataques contra o setor privado ou organizações não-governamentais, como serviços financeiros, bens de consumo, energia e infraestrutura, são os maiores. Além disso, ele revela que os setores mais impactados por ataques na América Latina são o de Química/Manufatura, Serviços Financeiros, Energia/Infraestrutura, Governo Federal, e Bens de Consumo/Varejo. “Apesar do desaquecimento da economia da América Latina, nós acreditamos que isso indique o crescente valor dos negócios da região para os atores das ameaças”, pontua.

Ainda de acordo com o relatório, os países que mais se conectam com os ataques aos computadores da América Latina são, respectivamente, os Estados Unidos, Rússia, Holanda, Alemanha e Brasil.  O documento também mostra que os principais malwares utilizados não são exclusivos da região.

“As empresas precisam se certificar de que as ferramentas de segurança existentes estão atualizadas, pois muitos malwares podem ser facilmente resolvidos com ferramentas tradicionais baseadas em assinatura”, comenta Freeman, ressaltando a necessidade de um modelo de defesa que diminua o tempo entre a detecção de uma brecha e a detenção do criminoso.

O executivo complementa dizendo que também é importante adotar a cultura do compartilhamento de informações que podem ser úteis a todos. “As corporações devem desenvolver novas maneiras de colaborar entre si, com grupos do setor e governo, para compartilhar a experiência e inteligência em segurança cibernética que possuem”, finaliza Freeman.

Fontes: http://corporate.canaltech.com.br/noticia/seguranca/brasil-e-o-pais-com-mais-registro-de-ciberataques-na-america-latina-diz-estudo-51745/#ixzz3rNiWpGcK  e  blog.validcertificadora.com.br